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Alimentação e as emoções
Não há dúvida de que quando estamos mais ansiosos uma das alternativas para alívio é a comida muito gostosa e em geral calórica. Os nossos desejos primitivos de comer e beber são formas de gratificação quando estamos vivendo momentos de “stress” crônico.
Os pesquisadores americanos realizaram um trabalho experimental para definir a relação entre o comer e a emoção. As pesquisas anteriores acreditavam que o local do cérebro que controlava a ansiedade era o hipotálamo, responsável pela manutenção dos impulsos básicos como comer, beber e dormir.
Neste novo estudo os cientistas observaram que as mensagens geradas no estômago chegavam ao cérebro numa região chamada hipocampo, sede do aprendizado e da memória, integrada ao sistema das emoções e desejos. Desta forma acredita-se que o excesso alimentar pode ser a maneira como o cérebro se livra das emoções negativas nesta região. Assim, as memórias da saciedade podem ser estimuladas por ativação do hipocampo, que também é ativado no caso de outros tipos de vícios. Estes achados confirmam que o desequilíbrio emocional favorece a compulsão por drogas e pelos alimentos. Desta forma a busca pelo tratamento da ansiedade e da depressão favorecem o tratamento clínico da compulsão alimentar.
Procure um especialista para uma orientação adequada.
