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Cigarro eletrônico, melhor ou pior?

A imposição da comunidade e das autoridades em afastar os fumantes dos locais públicos vem estimulando a criatividade das indústrias de tabaco a tentarem trazer novidades. A mais recente vem dos Estados Unidos, com a proposta do cigarro eletrônico.

O aparelho é movido à pilha, oferece uma dose de nicotina sem cheiro, sem aditivos e alcatrão, e além do mais cria uma fumacinha de vapor que parece a do cigarro. Estes cigarros não geram poluentes e desta forma poderiam ser usados em locais públicos como restaurantes, shoppings, escritórios, etc. O problema é que eles ainda não têm uma investigação científica adequada e as autoridades não podem dar um parecer favorável sem essas informações.

A Agência Federal Americana de Medicamentos e Alimentos (FDA) deu um parecer, não aprovando. Os cartuchos de nicotina vêm com aromatizantes e o propilenoglicol, líquido cujo vapor se assemelha à importante fumacinha do cigarro. Os cigarros são vendidos num kit com todos os ingredientes por um preço ao redor de 150 dólares. Os fumantes não querem esperar as investigações e sim arrumar uma alternativa para continuar fumando sem incomodar os outros, mesmo que isso continue a fazer mal para eles.

A ideia é interessante, porém mantém o risco da nicotina para os fumantes e não há testes suficientes para a segurança dos usuários.