Últimas do Twitter
Conheça um novo método para medir a relação entre peso e altura http://t.co/73OLhaU4 Aumento no número de casos de diabetes entre os homens está relacionado à obesidade http://t.co/qPdRYyne Casos de sinusite aumentam durante outono e inverno; saiba como combater http://t.co/l8uRxHrE
Últimas do Blog

Por que o colesterol aumenta no sangue?

O colesterol é uma importante substância para nosso organismo, pois é um componente para a fabricação de hormônios e outras substâncias vitais para o funcionamento adequado de nossos organismos. Tanto assim que 70% do colesterol de nosso organismo vêm de … Continue lendo

Voltar

A bioquímica da paixão

Pesquisadores americanos vêm trabalhando há muitos anos para desvendar os processos bioquímicos que estão ligados ao amor, e cada vez mais as substâncias envolvidas são conhecidas: a dopamina, noradrenalina e especialmente a feniletilamina, conhecida como PEA, presente em grande quantidade no chocolate, mas incapaz de suprir a necessidade do corpo.

Algumas sensações (cheiro, por exemplo), experiências psicológicas e fatores genéticos podem despertar reações de amor por outra pessoa. Neste momento, o cérebro é excitado pela PEA e outros transmissores cerebrais que produzem euforia e exaltação. Este estágio pode durar até 2 ou 3 anos. Depois, num terceiro estágio, as chamadas endorfinas (química semelhante à morfina) fluem no cérebro, levando as pessoas a um sentimento de segurança, paz e calma.

Uma outra substância chamada de ocitocina, capaz de induzir o parto e produzir o leite materno, tem também função de carícia química, produzindo sensações durante o ato sexual de satisfação relaxada e união do casal. Mas os pesquisadores sabem que o amor não é só bioquímica e sim uma somatória de corpo e alma, incapaz de ser totalmente revelada.